“Acorde”, festival de ensino coletivo de música, prorroga inscrições para o dia 24
- 15 de jul.
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Atualizado: 20 de jul.
As inscrições para o “Acorde” - Festival Pedagógico Brasileiro de Ensino Coletivo Musical de Instrumentos e Vozes, que será realizado em Vitória de 17 a 23 de agosto desse ano, foram prorrogadas para o próximo dia 24. Coordenado pelo maestro Jean Molinari e inspirado no método El Sistema, desenvolvido na Venezuela por José Antônio Abreu, o evento oferece 10 oficinas de música para diferentes públicos, cujas inscrições, gratuitas, foram abertas nesta sexta-feira, 26 de junho, pelo link http://acordefestival.com.br No encerramento, em 23 de agosto, haverá uma grande apresentação, com orquestra e vozes, no Theatro Carlos Gomes.
O “Acorde” tem como público-alvo envolve grupos de congos, indígenas, corais, cegos/autistas, negros, crianças, idosos, é uma promoção do Instituto Agir para o Desenvolvimento da Cidadania, com apoio da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo (SECULT-ES), por meio do Funcultura PNAB, Nova cena - Mostras e festivais, com recursos do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura) somados aos recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).

Serão oferecidas oficinas, abrangendo diferentes áreas da música. As oficinas Prática Orquestral e Regência Orquestral, com, respectivamente, 80 e cinco vagas, terão como professor Gregory Carreño, que vem da Espanha, onde reside. Ele sucede o criador do método, José Antônio Abreu na divulgação dessa forma de ensino musical, que possibilita o aprendizado no período de uma semana.
Ele virá a Vitória acompanhado da professora Samia Ibrahim, sua esposa e cantora lírica renomada, que conduzirá a oficina Prática Coral, com 100 vagas e Regência Coral, 5 vagas. Gregory e Samia conduzirão, também, a oficina de Ensino Coletivo de Instrumentos Musicais para Professores.
As demais oficinas são: Orquestra Infantil e Musicalização, com Fabiana Valente, Orquestra de Papel e Musicalização, com Waleska Araújo Pinto, Música Indígena Brasileira, Marcelo Oliveira da Silva, Congo Capixaba, Alceni Ferreira Cardoso e Prática Oral para PCDS, com Jean Molinari e Karen Moraes.
O professor Molinari afirma que o evento, de música coletiva, irá provar “o valor da música como criação de identidade comum, pra gerar sentimentos de valorização. Não só da cultura local, da cultura nacional, da cultura estadual, da cultura capixaba, mas também dessa relação de confiança no próximo e da complementaridade do trabalho típico do trabalho de equipe. Então, através de um festival, poderemos mostrar que, além de ensinar, também comemoramos essa metodologia tão bem-sucedida da Venezuela, a música de pertencimento”.



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